O Parque Nacional da Chapada Diamantina é um dos mais fascinantes parques naturais Brasileiros. O cenário montanhoso abriga uma extraordinária variedade de ecossistemas como Cerrado, Mata Atlântica, Campos rupestres, Caatinga. As bromélias e orquídeas encontraram ai um ambiente privilegiado, adaptando-se as diferenças de clima, altitude e solo. As serras que culminam a 1700 metros no Esbarrancado(ver mapa das trilhas) oferecem sustento a Jaguatiricas, onças, mocós, veados, teiús e seriemas.

Os maciços de quartzito resistiram a erosão iniciada no Pré- Cambriano formando torres minerais ou morros. Os índios Maracás e Cariris dominaram a região antes da chegada dos primeiros bandeirantes por volta de 1750. Os morros mais representativos com altitudes médias de 1450 metros se espalham pelos municípios de Palmeiras, Lençóis e Mucugê.

O monte Tabor (Morrão), Calumbi (Morro do Camelo ), o Pai Inácio e o Morro Branco do Paty desafiam o tempo e alimentam as lendas locais.

As cidades que rodeiam o Parque Nacional abundam em prédios de arquitetura colonial, lembranças vivas da riqueza do ciclo do diamante que fez do Brasil o primeiro produtor mundial no início do século vinte.As trilhas abertas pelos garimpeiros são percorridas hoje por amadores de trekking vindos do mundo inteiro. Ainda é possível encontrar velhos garimpeiros que conheceram a época em que as riquezas jorravam das serras.

Os principais rios da Bahia escondem suas nascentes nas encostas da Chapada, os rios Paraguaçu e de Contas cavaram profundos cânion nas serras e planícies, gerando cenários de divina beleza na Cachoeira da Fumaça, nas grutas de Iraquara e no Poço Encantado. O Parque Nacional da Chapada Diamantina foi decretado em 1985 e está atualmente em processo de implementação, sendo administrado pelo Ibama com sede em Palmeiras.

As associações de guias presentes em todas as localidades devem ser solicitadas para realizar qualquer roteiro dentro do Parque por razões de segurança e de proteção ao meio ambiente.

As agências de turismo, pousadas e comunidades alternativas promovem roteiros de bike, off-road, canoa, a pé e de mula além de estadias espiritualizadas com direito a cursos de permacultura e vivências de vidas passadas!

Veja no Google Earth a situação geral da parte Norte do Parque Nacional e também do Vale do Capão com trilhas e principais pontos de referência (tem que ter instalado o programa Google Earth no seu computador)

Sejam bem-vindos na Chapada, desfrute com respeito dos recursos naturais e conheça seu povo.

OS MAPAS DA REGIÃO


Principais estradas

A estrada de cascalho que liga Palmeiras a Vale do Capão (Caete-Açu) pode ser usada por qualquer veículo em 40 minutos. Desfruta da bela paisagem desta maravilhosa estrada que passa pelo povoado de Rio Grande antes de subir até a altitude de 1100 metros na altura do Morrão.

A estrada que liga Mucugê a Palmeiras é de terra mas de boa qualidade até o povoado de Guiné (cascalho bom), o trecho Guiné Palmeiras tem que ser feito a velocidade reduzida devido a pedras sobre salientes e outras deformações. Mesmo assim o caminho é mais curto que passando por Andaraí e BR 242.

A estrada que liga Abaira, Piatã e Boninal está em excelente estado até chegar na BR 242 perto de Seabra.O trecho Rio de Contas, Jussiape, Abaira é ruim, muita areia. Em Jussiape pode-se optar para o leste e alcançar Mucugê(cascalho razoável entre Jussiape e asfalto).

A estrada que liga Lençóis a Andaraí (antiga rodagem do garimpo) só pode ser feita por veículos off-road, tendo mesmo assim dificuldade na travessia dos rios Roncador e Garapa dependendo do nível das águas.

Os amadores de mountain-bike encontram na região excelentes circuitos tanto fora do Parque (as quatro vias citadas antes) que dentro dele : Trechos Lençóis/ Pai Inácio via Barro Branco, Vale do Capão / Morrão, Pai Inácio / Morrão, Guiné / Capão….

Parque Nacional da Chapada Diamantina

Principais trilhas

Este mapa é apenas indicativo. É possível fazer centenas de quilômetros de trilha no interior do Parque porém não existe nenhum tipo de marcação. Alguns lugares são mais fáceis de acesso, procure informação com a população do local.

Alguns lugares como o Vale do Pati não tem acesso de carro e ficam a várias horas de caminhada do povoado mais próximo.

Para ter uma aventura segura dentro do parque contrate um guia que conhece a região ou uma agência local assim você vai poder desfrutar desta maravilha sem correr riscos inúteis.

Conheça os roteiros oferecidos pela agência Tatu na Trilha
Travessiadiamantina - Parque Nacional da Chapada Diamantina

GRUTAS, CAVERNAS E POÇOS


As cavernas do Parque Espeleológico de Iraquara, perto de Palmeiras, constituem uma das maiores redes subterrâneas do Brasil. As mais visitadas são a Torrinha, a Lapa Doce, o Buraco do Cão e a Pratinha (lago de águas cristalinas com opção de mergulho em caverna e tirolesa).

A caverna Torrinha foi descoberta há poucos anos por uma associação de espeleólogos da França, o grupo Meandres e está atualmente zelada com muito carinho e profissionalismo por Eduardo Martins, dono das terras locais. Três roteiros são oferecidos ao visitante, da simples visita (roteiro 1 ) a uma descoberta completa (roteiro 3 de três horas). Esta caverna apresenta curiosidades geológicas como agulhas de Gypsita de 60 centímetros de comprimento, flores de Aragonita de tamanho inusitado e outras maravilhas que os guias locais sabem muito bem apresentar.

Os poços Encantado e Azul ficam no município de Itaeté, perto de Andarai (ver mapa regional), acesso por estrada asfaltada. Um raio luminoso entra nas cavernas de setembro a março dando aos poços toda sua magia.

CACHOEIRA DA FUMAÇA


A cachoeira da Fumaça é um espetáculo único no mundo pela grandiosidade e majestade do cenário. A trilha que leva até a queda tem sua origem nos garimpos de diamante do século passado espalhados nas bacias hidrográficas dos rios Capivara, Palmital, Capivarí e Caldeirão.A trilha foi em parte calçada de pedras mais recentemente para facilitar o acesso do gado que encontrava nos gerais pasto farto na época da seca no sertão. A retirada do gado pela administração do PNCD em 2002 foi um passo decisivo no reconhecimento da área coma zona de proteção ambiental.

Com 380 metros de queda livre, ela é a segunda mais alta do mundo, a primeira sendo o salto Angel na Venezuela. Em época de estiagem, de maio a setembro, ela fica com pouca água e o vento leva de volta as gotinhas formando a famosa “Fumaça”.

A primeira parte da trilha é relativamente íngreme mas o andarilho tem a satisfação de descobrir aos poucos um visual panorâmico sobre a serra do Rio Preto e o Vale do Capão.É preciso uma hora de caminhada para alcançar o curral. A área ao redor do curral é muito interessante por abrigar uma flora riquíssima de Bromélias, Orquídeas e Cactos.O muro de pedras serve para impedir a volta do gado que se encontra nos gerais. A partir dai a trilha é plana sem dificuldade, apresentando algumas áreas inundadas ricas em plantas carnívoras (Drosera) e matas ciliares repletas de Bromélias (Vriesas e Tillandsias). Esta área imensa e plana tem o nome de “gerais” e abriga uma fauna variada de seriemas, mocós(Kerodon rupestre), perdizes, gaviões e onça de passagem ! Uma hora suplementar para chegar na cachoeira, o tempo total de caminhada aproximando duas horas.

Chegando na cachoeira, é bom parar e respirar para se entregar ao mistério da criação. Se tiver mais gente, fale com eles, compartilhe este momento de emoção e tranqüilidade, você nunca mais vai esquecer este momento! O cânion onde corre o rio é refúgio para uma floresta de “palmitos” e densa mata Atlântica. Após descrever uma grande curva o rio se joga no rio Capivara que segue serra abaixo até o rio São José e Paraguaçu. As gotinhas de água da cachoeira da Fumaça terminarão sua viagem na Bahia de Todos os Santos onde encontram o mar…uma linda viagem.

Tempo de caminhada Desnível total  Distância ida Altura queda Altitude máxima
2h (ida) 320 mts 6 km  380 mts  1320 mts
BRPNCD9 - Parque Nacional da Chapada Diamantina

Início da trilha no pé da torre de telecomunicação, uma placa do Ibama dá algumas informações sobre a trilha e o Parque. Atravessa-se vários quintais e logo começa um campo aberto de 300 metros que vai dar no início da subida da serra da Larguinha.

Tempo de caminhada : 20 min. Subida dividida em três patamares bastante íngremes com um desnível total de 330 metros, esta é a parte mais árdua da trilha. Os trechos mais íngremes foram calçados para permitir a subida de animais até os campos e seus pastos naturais. Belo visual sobre o Morrão e a planície da Campina. Observem os primeiros pés de Candombá, uma planta de caule grosso e fibroso usada tradicionalmente para acender o fogão a lenha, indicando uma altitude superior a 1200 metros. Presença de cristais de quartzo no chão (Si O2). Esta trilha foi originalmente traçada pelos garimpeiros que alcançavam por aí os rios Palmital e Capivara.

Tempo de caminhada : 45 min. Alcança-se o nível dos gerais num primeiro muro de pedras seguido por um trecho arenoso com belo visual sobre o vale do Capão e a serra do Rio Preto. Em seguida a trilha orienta-se para o leste onde encontra o curral.

Tempo de caminhada : 1h. O curral é rodeado de um campo rupestre extremamente rico e frágil, cuidado com suas pisadas, não colha plantas! Várias espécies de Bromélias (Ortophitum burle marxii em homenagem ao genial naturalista Brasileiro) Cactos e Orquídeas caracterizam um campo de grande diversidade biológica (até 30.000 sementes por m2). Arvoredos de folhas graúdas (pau de mocó) e o Samambaiaçu (Alsophila armata) completam o visual dos tempos primordiais, há um milhão de anos.

Platô a perder de vista, os “Gerais” se estendem por três quilômetros, com zonas de brejo e travessia de vários córregos, afluentes do rio da Fumaça. Observem umas pequenas plantas vermelhas e peludinhas que fabricam visgo quando mexidas, são carnívoras (Drosera). O beija-flor de gravata vermelha (Augastes lumachellus, endêmico da Chapada) freqüenta esta área. Perto da cachoeira, é fácil avistar algum mocó (Kerodon rupestres) pequeno roedor cinza de bundinha marrom

Tempo de caminhada : 2h. Chegando ao rio de bela cor vermelha, dá para sentir as gotinhas da cachoeira que voltam para cima, trazidas pelo vento; fenômeno que deu origem ao nome “Fumaça”. Muito cuidado ao se debruçar sobre o abismo de 380 metros. A floresta do fundo do cânion é remanescente de Mata Atlântica, com numerosos palmitos (Juçara, Euterpe edulis).

O VALE DO CAPÃO


A vila de Caeté-Açú (distrito de Palmeiras) concentra os serviços e a maior parte da população do Vale do Capão. Ela soube preservar seu aspecto e charme originais em torno da pequena igreja e do “coreto” erguido pelos próprios moradores para uso coletivo. As numerosas associações (Pais e mestres, Apicultura, Guias) e grupos como o Circo do Vale, o Coral e a Capoeira sustentam um calendário repleto de apresentações e reuniões públicas, assim como um radiante sentimento de pertencer a uma comunidade ativa.

O Vale do Capão vem se preparando há muitos anos para receber visitantes e incorporou a dimensão da sustentabilidade no seu crescimento.

O Vale foi durante décadas o provedor de café, bananas e serviços para os garimpeiros que trabalhavam nas serras próximas. Os anos 1920/1930 foram certamente o auge das atividades ligadas ao garimpo de diamante. A comunicação da época se dava principalmente pela trilha calçada de pedras Guiné / Volta da Serra / Sitio Novo / Capão / Lençóis. Os tropeiros asseguravam a circulação das mercadorias numa linha Norte / Sul saindo de Minas Gerais até Juazeiro. Os mais velhos como Seu João (Pai de Medinho) e Seu Anízio (Pai do famoso Palito) contam os feitos e desfeitos que caracterizavam a época.

O fim do ciclo do diamante e a queda dos preços do café mergulharam o vale numa longa recessão. Os anos 70 e 80 foram sinônimos de emigração para São Paulo á procura de trabalho e melhores condições de vida. A chegada a partir do anos 80 de novos moradores oriundos da cidade e a procura de uma vida natural (comida integral, fenômeno comunitário, cura natural, espiritualidade) foi um elemento decisivo na recuperação do crescimento local. Esses novos moradores trouxeram idéias e comportamentos novos. Aos poucos a integração cultural e a cooperação entre eles e a população nativa mudou o rumo do Capão. As novas perspectivas trouxeram de volta os familiares exilados em São Paulo gerando um crescimento da população e novos empreendimentos.

A nova fase de desenvolvimento do Vale e da região se deve a perfeita adequação do quadro natural e humano ao ecoturismo de hoje. A ausência de grandes empreendimentos turísticos e o surgimento de unidades hoteleiras de pequeno e médio porte preservam o ambiente rural. O Vale atrai pessoas que procuram uma dimensão cultural e ecológica, assegurando ao desenvolvimento local uma escala humana para um turismo de qualidade e respeito

Atrativos

Cachoeira da Conceição dos Gatos

Junta ao povoado do mesmo nome, uma linda presença aquática.

Matão

Povoado ainda pouco visitado que guarda o charme e a tranqüilidade do interior. Pinturas Rupestres

Cachoeira do Riachinho

Pouco antes de chegar no Vale do Capão, um santuário ecológico protegido por um Parque Municipal desde 2001.

Cachoeira das Rodas

A meia hora da Vila de Caeté-Açu, um show de água no meio a vegetação nativa

Poço do Gavião

Após uma caminhada de duas horas se chega numa lagoa de mais de 100 metros de comprimento, uma jóia na serra do Candombá

Serra do Candombá

Ela domina o Vale do Capão e oferece abundância de campos rupestres, acesso pela Vila do Bomba ou de Caeté-Açu.

Gerais do Vieira

Um dos altiplanos mais bonitos do Parque Nacional com vários rios e visual sobre o Vale do Pati, a duas horas de caminhada de Caeté-Açu

Morrão

O Monte Tabor domina a região com seus 1418 metros de altitude, a seus pés nascem o Mucugezinho, o Ribeirão, o Riacho da Conceição

Morro do Camelo

O Calumbi contrapõe sua massa a serra dos Brejões, formando um cenário de rara beleza. O Vale do Cercado è um refúgio natural.

Cachoeira da Fumaça

380 metros de queda livre, o mais fabuloso visual da Chapada -2 horas de caminhada a partir do Vale do Capão-3 dias a partir de Lençóis

Morro e Parque Municipal do Pai Inácio

O grande símbolo da Chapada, o mais visitado. Sua lenda rendeu até filme e è zelado pelas Ong’s locais.

Vale do Capão

Um marco na tentativa de viver o desenvolvimento sustentável; a energia do Vale atrai os amantes da Natureza, os eco turistas, os sonhadores…

AS CIDADES EM TORNO DO PARQUE


A tradicional capital da Chapada oferece ao visitante uma boa infra-estrutura de pousadas e agências de ecoturismo. A arquitetura colonial proporciona o sentimento de mergulho no passado, ruas estreitas e coloridas nas quais é fácil imaginar os donos de garimpo de terno branco.

Os casarões foram reformados com cuidado e abrigam hoje grande quantidade de lojas e botequins. Numerosos artistas escolheram a cidade para se instalar e oferecem seus trabalhos em lojas e ateliês, assim como massagistas e profissionais de esportes radicais.

O sucesso da cidade tem como inconveniente a multiplicação dos visitantes, o que em certas épocas prejudica a tranqüilidade dos passeios como o “Ribeirão do Meio”, a “Cachoeirinha” ou o “Sossego”.

Amadores de trekking terão que ir mais longe para se sentir em paz com a natureza, evitando porém a trilha da Cachoeira da Fumaça por baixo que foi vítima de seu próprio sucesso e sofre de uma visitação em alta escala. Peça a seu guia outros roteiros, o Parque é grande e oferece muitas alternativas.

Igualmente fundada na época do auge do diamante (1890), a pacata Palmeiras merece uma visita por ter alguns casarões de bela fatura principalmente ao redor da praça da igreja. Centro comercial regional, a feira de sábado é muito concorrida e traz todo tipo de artesões e caravanas de burros como antigamente.

O carnaval da cidade é o único da região, trazendo foliões dos quatro cantos da Chapada. Poucos sabem que o Morro do Pai Inácio e a Cachoeira da Fumaça pertencem ao município. O desenvolvimento do município se deve atualmente ao crescimento turístico do Vale do Capão, à 20 km da sede. A “Cidade bela das Palmeiras”deve seu nome as palmeiras imperiais que ali foram plantadas no século passado.

Os amadores de antropologia encontram no Matão algumas cavernas decoradas com grande variedade de pinturas rupestres. A sede do Parque Nacional da Chapada Diamantina que depende do Ibama se encontra na entrada da cidade que conta também com um hospital e um mercado municipal recém reformado tombado pelo Iphan.

A partir de Palmeiras é possível pegar a estrada de terra que leva até Mucugê passando por Guiné e que oferece um visual extraordinário sobre a cordilheira do Sincorá.

Festas tradicionais:
-Carnaval Regional, o único da Chapada Diamantina com direito a blocos, trios e muita diversão
-Festa do Padroeiro (06 de Janeiro – Reis Magos)
– Vaquejada
– Festa de Reis

Ibama : 75 33322229 Secretaria de Turismo : 75 33322211

A cidade foi marcada pelo garimpo que cresceu nas serras próximas até abrigar milhares de trabalhadores. A estátua na praça central comemora a todo-poderosa tradição que deixou rastros de miséria na população local. O turismo está promovendo um reaquecimento da economia com muitos jovens se dedicando ao trabalho de guia e a instalação de várias pousadas e agências de ecoturismo.

A vila de Igatú é sem dúvida um dos lugares mais exóticos da região com seus muros de pedras e casas abandonadas. Vários roteiros de caminhada são possíveis, particularmente a visita ao Vale do Paty que necessita no mínimo uma noite no local e permite a descoberta de uma região totalmente isolada e de grande beleza.

Outro ponto de grande interesse é o Marimbus, imensa planície alagada funcionando como refúgio ecológico para grande diversidade de aves e peixes, o passeio de barco é um must.

A antiga Santa Isabel do Paraguaçu soube conservar seu charme provinciano aliado à uma altitude de 1000 metros que confere à cidade um clima ameno. O centro de pesquisa e visitação “Sempre Viva” é passagem obrigatória para quem quer conhecer melhor a realidade ecológica regional e particularmente a florzinha que já motivou grandes saques nos gerais. A arquitetura do centro muito bem integrada ao meio ambiente valoriza a localização privilegiada. Vários hotéis de qualidade na área como o Alpina Resort e a Pousada Mucugê.

Nós também oferecemos roteiros de ecoturismo através da nossa agência Tatu na Trilha.

Confira os passeios disponíveis

COMO CHEGAR


Na rodoviária de Salvador pegar o ônibus da empresa Real Expresso com destino a Palmeiras. Real Expresso: 0800 883 8030 | www.realexpresso.com.br

Salvador Palmeiras Palmeiras Salvador
Saída Chegada Saída Chegada
07h 14h 6h40 13h30
13h 20h 12h25 19h25
17h 00h 22h40 05h40
23h 06h  –

Em Palmeiras carros coletivos levam os passageiros até o Vale do Capão, parada na praça à 50m da pousada Tatu Feliz (não tem carro na chegada das 00h30). São 40 minutos de viagem por uma estrada de terra, R$ 15,00 por pessoa. Traslado de volta a partir da praça.

A partir de Salvador, seguir até Feira de Santana. Em seguida, pegar a BR 116  ou a BA-052 até o entroncamento para pegar a BR 242 sentido Brasília em Itaberaba. Seguir na BR 242 até  até a entrada de Palmeiras.

Chegando em Palmeiras seguir as placas para O vale do Capão e pegar a estrada de terra que leva até o vale. São cerca de 20 km e 40 min desse ponto até o Capão.

A pousada Tatu Feliz está localizada na entrada da vila, do lado esquerdo da rua.

A viagem de Salvador até o Capão dura cerca de 7h. O último posto de abastecimento fica em Palmeiras. Não há posto de combustível no Capão.

Utilize seu o carro o mínimo possível quando estiver por aqui. Prefira caminhar. Quando for usar o carro ande devagar e aproveite para apreciar a vista. Aqui no vale há muitos pedestres e ciclistas.

O aeroporto mais próximo ao Vale do Capão é o Horácio de Mattos que fica na cidade de Tanquinho a 20 km de Lençóis.

A empresa que atende ao aeroporto é a Azul e os vôos partem para Salvador  e Belo Horizonte de quinta e domingo.

Azul Linhas Aéreas: voeazul.com.br
Aeroporto de Lençóis – Cel. Horácio de Matos: 55 (75) 3625-8100
Aeroporto Internacional de Salvador – Dep. Luís Eduardo Magalhães: 55 (71) 3204-1010/1544/1555